Atravessar aquela Praça vazia àquela hora, não era normal.
Era uma Praça central, viva, em constante bulício, e por isso, se tornava mais incompreensível o seu vazio e silêncio àquela hora.
O passo apressado e a ausência de vida na Praça àquela hora, tornavam-na pequena e apagada.
Estaria a Praça doente?
Teria ocorrido algo de inusitado?
Olhei para o relógio ... .
Faltavam doze minutos para as .... .
Não me recordo do nome da Praça.
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